A conversa é mole, mas o papo é firme.

segunda-feira, março 03, 2008

Me segura que eu vou dar um troço

O que é a importância de uma marca.

Achei Juno um filme bacaninha, e até pensei que minha molecada e amigos iriam gostar, pelo tema adolescente, mas eles não gostaram não. Para quem não viu, trata da gravidez indesejada de uma garota de 16 anos que resolve dar o filho para adoção. Isso pareceu uma atitude meio fria, para a molecada, mas eu argumentei que por aqui é muito pior, pois todo dia pipoca um caso de mãe que abandonou o recém nascido na maternidade, na porta de alguma casa, ou muito pior, no lixo ou até dentro de uma lagoa. Acho que a molecada tem mesmo é medo da gravidez, isso sim.

Mas a conversa é sobre marcas. A garota que ganhou o Oscar pelo melhor roteiro, deste filme, lógico, tem um nome que não dá para escapar. Aliás, codinome: Diablo Cody. Lembro de como ajudou na época o nome Osama Bin Laden. Era duro de acostumar, mas grudava.
E agora é Barack Obama. E em mais um parenteses, apesar de ser tudo a lesma lerda, eu gostaria de ver uma mulha dirigindo aquilo lá. Mas pelo visto, o preconceito contra as mulhas é bem maior que o racial. E também Hillary lembra hilário. Mesmo assim resta saber se conseguem depois vencer o filhote do Bush, na reta final.

Mas voltando às marcas, de Coca-Cola para Pepsi-Cola, temos agora Raul Castro. Viram como é bom preservar a marca? E as FARC?
Mas um que eu sempre gostei, e vi hoje no jornal que vai ser executado, é um assecla do Saddam, o Ali Químico. Só pelo nome, dá para imaginar o que o cara fazia com as pessoas. Dizem que ele consumiu 180.000 unidades. De pessoas, meu povo.
Na mesma nota, já que o Ali vai ser enforcado, diziam que um meio irmão de Saddam já foi enforcado, mas por erro na execução, acabou decapitado. Viu no que dá mão de obra desqualificada?

E Dylan, aos 66, e chegando ao Brasil nesta semana, anda com um instrutor de boxe. O véio tá lutando boxe. A invés de Knock On Heaven's Door, vai acabar sendo Knock Out.
Mas o pior de tudo, é que o Iron Maiden chegou ao Brasil em avião próprio para a turnê, com seu principal astro pilotando o avião. Gente, nos meus tempos de roquenrou, o principal astro estaria no avião, claro, mas caindo pelas tabelas, pilotando uma orgia e não o avião. Eita novo século. Quem diria que o doidão do pedaço seria o Zeca Pagodinho?
E ainda ficam falando de CERTA PESSOA, que por suas atitudes fez apologia das drogas a vida toda. O Pagodinho faz apologia de álcool em propagandas enganosas, em programas que vai, sempre associado à bebida e todo mundo acha legal. Sem querer ser chato, vão dar uma olhadinha na porcentagem de acidentes automobilísticos. Mais de 70% provocados com álcool envolvido.

Todo mundo vai negar, mas não dá para escapar dos BBB, hora ou outra. Mas é só para cutucar os novinhos: também li que na próxima edição do sado/masoquismo, haverá lugar para duas pessoas entre 45 e 65 anos, 6 lugares para de 35 a 45, e o que sobrar para os novinhos, de tão chato que esta sendo o atual programa, recheado pela "Geração Véio". Aliás, uma das frases mais profundas, é "Nossa, véio!". Bom né?

No post anterior me queixei um pouco de Ribeirão, mas vamos fazer justiça. Não sei se acontece onde vocês moram, mas por aqui existe um grau de conscientização muito grande dos pais e famílias, e assim sendo eles colocam em seus carros aqueles adesivos que dizem "Cuidado!(um nome qualquer) à bordo".
E assim a gente já fica sabendo que existe um Caíque, Cauã, ou mesmo uma Sue Ellen perigozíssima naquele veículo, e é bom estar prevenido.
Mas estes adesivos deveriam existir em carros de políticos. Sabemos que estão nos carros oficiais, mas um adesivo dizendo "Cuidado, tal cara à bordo", seria de grande ajuda.

O título do post, é o mesmo de uma peça do Wally Salomão. Wally Sailor Moon. Um dia a gente fala dele.

2 comentários:

Paula disse...

Henrique!!! To com saudades!
Por onde andas? O que tens feito?
Vai ao show de Sampa?
Manda uma noticiazinha, tá?
pmportella@hotmail.com
To esperando.
Beijos saudosíssimos!
Paula

Monegheta disse...

Hey Bartsch!
E esse projeto de lei tramitando que permite às mães a entrega do filho após o parto, no hospital, lhe assegurando todo o anonimato?
È o fim da picada o estado não permitir que uma pessoa conheça sua história e sua família sanguínia, se assim a pessoa desejar.
Afora isso, a falcatrua. Não é de se duvidar que apareçam os balcões de negociação de crianças para adoção nos hospitais públicos.

Aqui em PoA, Iron fará show na mesma data e horário de Julio Iglesias. Bem feito pros dois.

E Raúlzito finalmente assumiu a sociedade alternativa. Tragam uvas negras, tragam festas e flores, tragam incensos e odores, mas tragam Cohiba e Havana Club em uma bandeja pra mim!

Aguardamos o post falando do WS.